{"id":1922,"date":"2019-05-24T08:29:38","date_gmt":"2019-05-24T11:29:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/?p=1922"},"modified":"2021-10-21T01:11:27","modified_gmt":"2021-10-21T04:11:27","slug":"o-livro-dos-espiritos-introducao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/05\/o-livro-dos-espiritos-introducao\/","title":{"rendered":"A LINGUAGEM DOS ESP\u00cdRITOS E O PODER DIAB\u00d3LICO"},"content":{"rendered":"\n<p><br><\/p>\n\n\n<header>\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-208 size-full\" src=\"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png\" alt=\"\" width=\"652\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png 652w, https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2-300x146.png 300w\" sizes=\"(max-width: 652px) 100vw, 652px\" \/><\/span><\/h1>\n<\/header>\n<div id=\"content\" class=\"post-single-content box mark-links\" style=\"text-align: justify;\">\n<div>LIVRO DOS ESP\u00cdRITOS &#8211; INTRODU\u00c7\u00c3O<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><span style=\"color: #000000;\"><strong><span style=\"font-size: 24px;\">X \u2013 A LINGUAGEM DOS ESP\u00cdRITOS E O PODER DIAB\u00d3LICO<br \/><\/span><\/strong><\/span><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Entre as obje\u00e7\u00f5es, algumas s\u00e3o mais consider\u00e1veis pelo menos na apar\u00eancia, porque baseiam-se na observa\u00e7\u00e3o de pessoas s\u00e9rias. Uma dessas observa\u00e7\u00f5es refere-se \u00e0 linguagem de certos Esp\u00edritos, que n\u00e3o parece digna da eleva\u00e7\u00e3o atribu\u00edda aos seres sobrenaturais. Se quisermos reportar-nos ao resumo da doutrina, atr\u00e1s apresentado, veremos que os pr\u00f3prios Esp\u00edritos ensinam que n\u00e3o s\u00e3o iguais em conhecimentos, nem em qualidades morais, e que n\u00e3o se deve tomar ao p\u00e9 da letra tudo o que dizem. Cabe \u00e0s pessoas sensatas separar o bom do mau. Seguramente os que deduzem, desse fato, que tratamos com seres malfazejos, cuja \u00fanica inten\u00e7\u00e3o \u00e9 a de nos mistificarem, n\u00e3o conhecem as comunica\u00e7\u00f5es dadas nas reuni\u00f5es em que se manifestam. Esp\u00edritos superiores, pois de outra maneira n\u00e3o pensariam assim. \u00c9 pena que o acaso tenha servido t\u00e3o mal a essas pessoas, n\u00e3o lhes mostrando sen\u00e3o o lado mau do mundo esp\u00edrita, pois n\u00e3o queremos supor que uma tend\u00eancia simp\u00e1tica atraia para elas os maus Esp\u00edritos em lugar dos bons, os Esp\u00edritos mentirosos ou esses cuja linguagem \u00e9 de revoltante grosseria. Poder\u00edamos concluir, quando muito, que a solidez dos seus princ\u00edpios n\u00e3o seja votante forte para preserv\u00e1-las do mal, e que, encontrando um certo prazer em lhes satisfazer a curiosidade, os maus Esp\u00edritos, por seu lado, aproveitam-se disso para se introduzirem entre elas, enquanto os bons se afastam. Julgar a quest\u00e3o dos Esp\u00edritos por esses fatos seria t\u00e3o pouco l\u00f3gico como julgar o car\u00e1ter de um povo pelo que se diz e se faz numa reuni\u00e3o de alguns estabanados, ou gente de m\u00e1 fama, a que n\u00e3o comparecem os s\u00e1bios nem as pessoas sensatas. Os que assim julgam est\u00e3o na situa\u00e7\u00e3o de um estrangeiro que, chegando a uma grande capital pelo seu pior arrabalde, julgasse toda a popula\u00e7\u00e3o da cidade pelos costumes e a linguagem desse bairro mesquinho. No mundo dos Esp\u00edritos h\u00e1 tamb\u00e9m desn\u00edveis sociais; se aquelas pessoas quisessem estudar as rela\u00e7\u00f5es entre os Esp\u00edritos elevados ficariam convencidas de que a cidade celeste n\u00e3o cont\u00e9m apenas a esc\u00f3ria popular. Mas, perguntam elas, os Esp\u00edritos elevados chegam at\u00e9 n\u00f3s? Responderemos: n\u00e3o permane\u00e7ais no sub\u00farbio; vede, observai e julgai; os fatos ai est\u00e3o para todos. A menos que a essas pessoas se apliquem estas palavras de Jesus: \u201cT\u00eam olhos e n\u00e3o v\u00eaem; t\u00eam ouvidos e n\u00e3o ouvem\u201d. Uma variante desta opini\u00e3o consiste em n\u00e3o ver nas comunica\u00e7\u00f5es esp\u00edritas e em todos os fatos materiais a que elas d\u00e3o lugar sen\u00e3o a interven\u00e7\u00e3o de um poder diab\u00f3lico, novo Proteu que revestiria todas as formas para melhor nos iludir. N\u00e3o a consideramos suscet\u00edvel de um exame s\u00e9rio e por isso n\u00e3o nos deteremos no caso: ela j\u00e1 est\u00e1 refutada pelo que dissemos atr\u00e1s. Acrescentaremos apenas que, se assim fosse, ter\u00edamos de convir que o diabo \u00e9 \u00e0s vezes bem inteligente, bastante criterioso, e sobretudo muito moral, ou ent\u00e3o que existem bons diabos. Como acreditar, de fato, que Deus n\u00e3o permita sen\u00e3o ao Esp\u00edrito do mal manifestar-se para nos perder, sem nos dar por contrapeso os conselhos dos bons Esp\u00edritos? Se Ele n\u00e3o o pode, isto \u00e9 uma impot\u00eancia; se Ele o pode e n\u00e3o faz, isso \u00e9 incompat\u00edvel com a sua bondade e uma e outra suposi\u00e7\u00e3o seriam blasf\u00eamias. Acentuemos que admitir: comunica\u00e7\u00e3o dos maus Esp\u00edritos \u00e9 reconhecer o princ\u00edpio das manifesta\u00e7\u00f5es, Ora, desde que estas existem, ser\u00e1 com a permiss\u00e3o de Deus. Como acreditar, sem cometer impiedade, que Ele s\u00f3 permita o mal, com exclus\u00e3o do bem? Uma doutrina assim \u00e9 contr\u00e1ria ao bom senso e \u00e0s mais simples no\u00e7\u00f5es da religi\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000; font-size: 24px;\"><strong>XI \u2013 GRANDES E PEQUENOS<\/strong><\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">\u00c9 estranho, acrescentam, que s\u00f3 falem de Esp\u00edritos de personalidades conhecidas. E perguntam por que motivo s\u00f3 estes se manifestam. \u00c9 um erro proveniente, como muitos outros, de observa\u00e7\u00e3o superficial. Entre os Esp\u00edritos que se manifestam espontaneamente h\u00e1 maior n\u00famero de desconhecidos do que de ilustres. Eles se designam qualquer nome, muitas vezes por nomes aleg\u00f3ricos ou caracter\u00edsticos. Quanto aos evocados, desde que n\u00e3o se trate de parentes ou amigos, \u00e9 muito natural que sejam de prefer\u00eancia os conhecidos. Os nomes de personagens ilustres chamam mais a aten\u00e7\u00e3o por serem. mais destacados. Acham ainda estranho que os Esp\u00edritos de homens eminentes atendam familiarmente ao nosso apelo, ocupando-se \u00e0s vezes de coisas insignificantes, em compara\u00e7\u00e3o com as de que se ocupavam durante a vida. Isso nada tem de estranho para os que sabem que o poder ou a considera\u00e7\u00e3o de que esses homens gozavam no mundo n\u00e3o lhes d\u00e1 nenhuma supremacia no mundo esp\u00edrita. Os Esp\u00edritos confirmam com isto as palavras do Evangelho: Os grandes ser\u00e3o\u00a0 humilhados e os pequenos ser\u00e3o exaltados, que devem ser entendidas em rela\u00e7\u00e3o \u00e3 categoria que cada um de n\u00f3s ocupar\u00e1 entre eles. \u00c9 assim que aquele que foi o primeiro na Terra poder\u00e1 encontrar-se entre os \u00faltimos;<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">aquele que nos faz curvar a cabe\u00e7a nesta vida pode voltar como o mais humilde artes\u00e3o, porque ao deixar a vida perdeu toda a sua grandeza, e o mais poderoso monarca talvez l\u00e1 se encontre abaixo do \u00faltimo dos seus soldados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 24px;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">XII \u2013 DA IDENTIFICA\u00c7\u00c3O DOS ESP\u00cdRITOS<\/span><\/strong><\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">Um fato demonstrado pela observa\u00e7\u00e3o e confirmado pelos pr\u00f3prios Esp\u00edritos \u00e9 que os Esp\u00edritos inferiores apresentam-se muitas vezes com nomes conhecidos e respeitados. Quem pode, portanto, assegurar que aqueles que dizem ter sido S\u00f3crates, J\u00falio C\u00e9sar, Carlos Magno, F\u00e9nelon, <\/span><span style=\"color: #000000;\">Napole\u00e3o, Washington, etc. tenham realmente animado esses personagens? Essa d\u00favida existe entre alguns adeptos bastante fervorosos da Doutrina Esp\u00edrita. Admitem a interven\u00e7\u00e3o e a manifesta\u00e7\u00e3o dos Esp\u00edritos, mas perguntam que controle podemos ter da sua identidade. Esse controle \u00e9 de fato bastante dif\u00edcil de realizar, mas se n\u00e3o pode ser feito de maneira t\u00e3o aut\u00eantica como por uma certid\u00e3o de registra civil, pode s\u00ea-la por presun\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s de certos ind\u00edcios. Quando se manifesta o Esp\u00edrito de algu\u00e9m que pessoalmente conhecem, de um parente ou de um amigo, sobretudo se morreu h\u00e1 pouco tempo, acontece geralmente que sua linguagem corresponde com perfei\u00e7\u00e3o \u00e0s caracter\u00edsticas que conhec\u00edamos. Isto j\u00e1 \u00e9 um ind\u00edcio de identidade. Mas a d\u00favida j\u00e1 n\u00e3o ser\u00e1 certamente poss\u00edvel quando <\/span><span style=\"color: #000000;\">esse Esp\u00edrito fala de coisas particulares, lembra casos familiares que somente o interlocutor conhece. Um filho n\u00e3o se enganar\u00e1, por certo, com a linguagem de seu pai e de sua m\u00e3e, nem os pais com a linguagem do filho. Passam-se algumas vezes, nessas evoca\u00e7\u00f5es \u00edntimas coisas impressionantes, capazes de convencer o mais incr\u00e9dulo. O c\u00e9tico mais endurecido \u00e9 muitas vezes aterrado com as revela\u00e7\u00f5es inesperadas que lhe s\u00e3o feitas. Outra circunst\u00e2ncia bastante caracter\u00edstica favorece a identidade. Dissemos que a<\/span><span style=\"color: #000000;\">caligrafia do m\u00e9dium muda geralmente com o Esp\u00edrito evocado, reproduzindo-se exatamente a mesma, de cada vez que o mesmo Esp\u00edrito se manifesta. Constatou-se in\u00fameras vezes que, para pessoas mortas recentemente, a escrita revela semelhan\u00e7a flagrante com a que tinha em Vida; t\u00eam-se visto assinaturas perfeitamente id\u00eanticas. Estamos longe, entretanto, de citar esse fato como uma regra, sobretudo como constante; mencionamo-la como coisa digna de registro. Os Esp\u00edritos que atingiram certo grau de depura\u00e7\u00e3o s\u00e3o os \u00fanicos libertos de toda influ\u00eancia corporal; mas quando est\u00e3o completamente desmaterializados (esta \u00e9 a express\u00e3o de que se servem) conservam a maior parte das id\u00e9ias, dos pendores e at\u00e9 <\/span><span style=\"color: #000000;\">mesmo das manias que tinham na Terra e este \u00e9 ainda um meio pelo qual podemos reconhec\u00ea-los. Mas chegamos ao reconhecimento, sobretudo,. atrav\u00e9s de uma multid\u00e3o de detalhes que somente uma observa\u00e7\u00e3o atenta e continua pode revelar. V\u00eaem-se escritores discutirem suas pr\u00f3prias obras ou suas doutrinas, aprovando-lhes ou condenando-lhes certas partes; outros Esp\u00edritos lembrarem circunst\u00e2ncias ignoradas ou pouco conhecidas de suas vidas ou suas mortes; todas as coisas, enfim, que s\u00e3o pelo menos provas morais de identidade, as \u00fanicas que se podem invocar tratando-se de coisas abstratas. Se, pois, a identidade do Esp\u00edrito evocado pode ser, at\u00e9 certo ponto, estabelecida em alguns casos, n\u00e3o h\u00e1 raz\u00e3o para que ela n\u00e3o o possa ser em outros. E se, para as pessoas de morte mais remota n\u00e3o temos os mesmos meios de controle, dispomos sempre daqueles que se referem \u00e0 linguagem e ao car\u00e1ter. Porque, seguramente, o Esp\u00edrito de um homem de bem nunca falar\u00e1 como o de um perverso ou imoral. Quanto aos Esp\u00edritos que se servem de nomes respeit\u00e1veis, logo se traem por sua linguagem e suas m\u00e1ximas. Aquele que se dissesse F\u00e9nelon, por exemplo, e ainda que <\/span><span style=\"color: #000000;\">acidentalmente ferisse o bom senso e a moral, mostraria nisso mesmo o seu embuste. Se, ao contr\u00e1rio, os pensamentos que exprime s\u00e3o sempre puros, sem contradi\u00e7\u00f5es, constantemente \u00e0 altura do car\u00e1ter de F\u00e9nelon, n\u00e3o haver\u00e1 motivos para duvidar-se de sua identidade. Do contr\u00e1rio, ter\u00edamos de supor que um Esp\u00edrito que s\u00f3 prega o bem pode conscientemente empregar a mentira, sem nenhuma utilidade. A experi\u00eancia nos ensina que os Esp\u00edritos do mesmo grau, do mesmo car\u00e1ter e animados dos mesmos <\/span><span style=\"color: #000000;\">sentimentos, re\u00fanem-se em grupos e em fam\u00edlias. Ora, o n\u00famero dos Esp\u00edritos \u00e9 incalcul\u00e1vel e estamos longe de conhec\u00ea-los a todos; a maioria deles n\u00e3o tem nomes para n\u00f3s. Um Esp\u00edrito da categoria de F\u00e9nelon pode, portanto, vir em seu lugar, \u00e0s vezes mesmo com o seu nome, porque \u00e9 id\u00eantico a ele e pode substitu\u00ed-la e porque necessitamos de um nome para fixar as nossas id\u00e9ias. Mas que importa, na verdade, que um Esp\u00edrito seja realmente o de F\u00e9nelon? Desde que s\u00f3 diga boas coisas e n\u00e3o fale sen\u00e3o como o faria o pr\u00f3prio F\u00e9nelon, \u00e9 um bom Esp\u00edrito; o nome sob o qual se <\/span><span style=\"color: #000000;\">apresenta \u00e9 indiferente e nada mais \u00e9, frequentemente, do que um meio para a fixa\u00e7\u00e3o de nossas id\u00e9ias. N\u00e3o se verifica o mesmo nas evoca\u00e7\u00f5es \u00edntimas; pois nestas, como j\u00e1 dissemos, a identidade pode ser estabelecida por meio de provas que s\u00e3o, de alguma forma, evidentes. Por fim, \u00e9 certo que a substitui\u00e7\u00e3o dos Esp\u00edritos pode ocasionar uma por\u00e7\u00e3o de enganos, resultar em erros e muitas vezes em mistifica\u00e7\u00f5es. Esta \u00e9 uma das dificuldades do Espiritismo pr\u00e1tico. Mas jamais dissemos que esta Ci\u00eancia seja f\u00e1cil nem que se possa aprend\u00ea-la brincando, como tamb\u00e9m n\u00e3o se d\u00e1 com qualquer outra Ci\u00eancia. Nunca ser\u00e1 demais repetir que ela exige estudo constante e quase sempre bastante prolongado. N\u00e3o se podendo provocar os fatos, \u00e9 necess\u00e1rio esperar que eles se apresentem por si mesmos, e frequentemente eles nos s\u00e3o trazidos pelas circunst\u00e2ncias em que menos pens\u00e1vamos. Para o observador atento e paciente os fatos se tornam abundantes, porque ele descobre milhares de nuan\u00e7as caracter\u00edsticas que lhe parecem como raios de luz. O mesmo se d\u00e1 com refer\u00eancia \u00e0s ci\u00eancias comuns; enquanto o homem superficial s\u00f3 v\u00ea numa flor a sua forma elegante, o s\u00e1bio descobre verdadeiras maravilhas para o seu pensamento.<\/span><\/p>\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>LIVRO DOS ESP\u00cdRITOS &#8211; INTRODU\u00c7\u00c3O \u00a0 X \u2013 A LINGUAGEM DOS ESP\u00cdRITOS E O PODER DIAB\u00d3LICO \u00a0 Entre as obje\u00e7\u00f5es, algumas s\u00e3o mais consider\u00e1veis pelo menos na apar\u00eancia, porque baseiam-se [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"blocksy_meta":{"styles_descriptor":{"styles":{"desktop":"","tablet":"","mobile":""},"google_fonts":[],"version":6}},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A LINGUAGEM DOS ESP\u00cdRITOS E O PODER DIAB\u00d3LICO &#8211; 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