{"id":1655,"date":"2019-04-21T16:33:48","date_gmt":"2019-04-21T19:33:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/?p=1655"},"modified":"2021-10-21T01:15:56","modified_gmt":"2021-10-21T04:15:56","slug":"a-transicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/","title":{"rendered":"A TRANSI\u00c7\u00c3O"},"content":{"rendered":"\n<p><br><\/p>\n\n\n<header>\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-208 size-full\" src=\"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png\" alt=\"\" width=\"652\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png 652w, https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2-300x146.png 300w\" sizes=\"(max-width: 652px) 100vw, 652px\" \/><\/span><\/h1>\n<\/header>\n<div id=\"content\" class=\"post-single-content box mark-links\" style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<p><span style=\"color: #000000; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px;\"><strong>A TRANSI\u00c7\u00c3O\u00a0<\/strong> ou A Justi\u00e7a Divina Segundo o Espiritismo.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content\" class=\"post-single-content box mark-links\" style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<p><span style=\"color: #000000;\">1 \u2014 A confian\u00e7a na exist\u00eancia da vida futura n\u00e3o exclui as apreens\u00f5es pela transi\u00e7\u00e3o desta vida para a outra. Muitas pessoas n\u00e3o temem propriamente a morte, o que temem \u00e9 o momento da transi\u00e7\u00e3o. Sofremos ou n\u00e3o ao fazer essa passagem? \u00c9 isso o que as inquieta e com tanto mais raz\u00e3o quanto ningu\u00e9m pode escapar a esse momento. Podemos deixar de fazer qualquer outra viagem, mas quanto a esta, tanto os ricos como os pobres ter\u00e3o de faz\u00ea-la e se ela for dolorosa, nem a posi\u00e7\u00e3o e nem a fortuna poderiam suavizar a sua amargura.<br \/>2 \u2014 Ao ver a tranquilidade de algumas mortes e as terr\u00edveis convuls\u00f5es da agonia em outras, j\u00e1 podemos perceber que as sensa\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o sempre as mesmas, mas quem pode nos esclarecer a respeito? Quem nos descrever\u00e1 o fen\u00f4meno fisiol\u00f3gico da <span style=\"font-size: 12px;\">separa\u00e7\u00e3o<\/span> da alma e do corpo? Quem nos relatar\u00e1 as sensa\u00e7\u00f5es desse instante supremo? Sobre isso, a Ci\u00eancia e a Religi\u00e3o se calam.<br \/>Mas por que se calam? Porque falta a uma e a outra o conhecimento das leis que regem as rela\u00e7\u00f5es do Esp\u00edrito com a mat\u00e9ria. Uma p\u00e1ra no limiar da vida espiritual, a outra no da vida material. O Espiritismo \u00e9 o tra\u00e7o de uni\u00e3o entre as duas. Somente ele pode revelar como se opera a transi\u00e7\u00e3o, seja em virtude das no\u00e7\u00f5es positivas que oferece sobre a natureza da alma, seja com as informa\u00e7\u00f5es dadas pelos que deixaram a vida. O conhecimento do elemento flu\u00eddico que une a alma ao corpo \u00e9 a chave desse fen\u00f4meno, como de muitos outros.<br \/>3 \u2014 A mat\u00e9ria inerte \u00e9 insens\u00edvel: este \u00e9 um fato positivo. S\u00f3 a alma expe rimenta as sensa\u00e7\u00f5es de prazer e dor. Durante a vida qualquer desagrega\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria repercute na alma atrav\u00e9s de uma impress\u00e3o mais ou menos dolorosa. \u00c9 a alma que sofre e n\u00e3o o corpo, pois este \u00e9 apenas o instrumento da dor e a alma \u00e9 o paciente. Ap\u00f3s a morte, estando o corpo separado da alma, pode ser livremente mutilado que nada sente. A alma, estando isolada do corpo, n\u00e3o \u00e9 atingida por nenhum efeito da destrui\u00e7\u00e3o deste. Ela tem as suas pr\u00f3prias sensa\u00e7\u00f5es, cuja fonte n\u00e3o est\u00e1 na mat\u00e9ria tang\u00edvel.<br \/>O perisp\u00edrito \u00e9 o envolt\u00f3rio f\u00edsico da alma, da qual n\u00e3o se separa nem antes nem depois da morte, e com a qual se pode dizer que forma um todo.<br \/>Porque n\u00e3o se pode conceber um sem a outra. Durante a vida o fluido perispiritual impregna todo o corpo, servindo de ve\u00edculo das sensa\u00e7\u00f5es f\u00edsicas para a alma. \u00c9 tamb\u00e9m por esse intermedi\u00e1rio que a alma age so bre o corpo e dirige os seus movimentos. (1)<br \/><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px; color: #000080;\">1 &#8211; Somente agora, mais de um s\u00e9culo ap\u00f3s a explica\u00e7\u00e3o cientifica do Espiritismo a esse respeito, as Ci\u00eancias materiais conseguiram confirm\u00e1-la atrav\u00e9s de suas pesquisas. Apesar das provas obtidas, entretanto, a cegueira materialista levantou celeumas a prop\u00f3sito e os religiosos anti-esp\u00edritas, por mero sectarismo, fazer coro com os negativistas. A escola parapsicol\u00f3gica liderada pelo prof. Joseph Banks Rhine, da Duke University, Estados Unidos, sustenta a exist\u00eancia no homem de um elemento extra-f\u00edsico e defende a tese de que: a mente, que n\u00e3o \u00e9 f\u00edsica, age sobre a mat\u00e9ria por vias n\u00e3o f\u00edsicas. Esta \u00e9 uma das asser\u00e7\u00f5es mais graves de Rhine e que maiores controv\u00e9rsias provocou no meio cient\u00edfico de todo o mundo. Whately Carington, na Universidade de Cambridge, Inglaterra, formulou uma teoria da sobreviv\u00eancia da mente ap\u00f3s a morte e da sua possibilidade de agir sobre a mat\u00e9ria produzindo os fen\u00f4menos f\u00edsicos para-normais. O prof. S. G. Soai, da Universidade de Londres, formulou tamb\u00e9m uma hip\u00f3tese da sobreviv\u00eancia da alma. Em pesquisas realizadas a partir de 1965 os f\u00edsicos e bi\u00f3logos sovi\u00e9ticos conseguiram obter provas concretas (fotografias e vis\u00e3o atrav\u00e9s de aparelhos \u00e9ticos especiais) da exist\u00eancia do perisp\u00edrito, a que deram o nome de corpo biopl\u00e1stico. (N. do T.)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">4 \u2014 A extin\u00e7\u00e3o da vida org\u00e2nica produz a separa\u00e7\u00e3o da alma e do corpo pelo rompimento da liga\u00e7\u00e3o flu\u00eddica, mas essa separa\u00e7\u00e3o nunca se verifica de maneira brusca. O fluido perispiritual se desprende pouco a pouco de todos os \u00f3rg\u00e3os, de maneira que a separa\u00e7\u00e3o s\u00f3 se completa quando n\u00e3o resta mais um \u00fanico \u00e1tomo, do perisp\u00edrito unido a uma mol\u00e9cula do corpo. A sensa\u00e7\u00e3o dolorosa que a alma experimenta nesse momento est\u00e1 na raz\u00e3o da quantidade de pontos de contato existentes entre o corpo e o perisp\u00edrito, determinando a maior ou menor dificuldade ou lentid\u00e3o da separa\u00e7\u00e3o. N\u00e3o se deve pois querer dissimular que, segundo as circunst\u00e2ncias, a morte pode ser mais ou menos penosa. S\u00e3o essas diversas circunst\u00e2ncias que vamos examinar.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">5 \u2014 Coloquemos primeiramente, em princ\u00edpio, os quatro casos seguintes, que podemos encarar como as situa\u00e7\u00f5es extremas entre as quais existe uma infinidade de varia\u00e7\u00f5es:<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">1\u00b0) Se no momento de extin\u00e7\u00e3o da vida org\u00e2nica o desprendimento do perisp\u00edrito j\u00e1 se tiver completado, a alma n\u00e3o sentir\u00e1 absolutamente nada;<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">2\u00b0) Se nesse momento a uni\u00e3o dos dois elementos ainda estiver em toda a sua for\u00e7a, se verificar\u00e1 uma esp\u00e9cie de ruptura;<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">3\u00b0) Se a uni\u00e3o j\u00e1 estiver enfraquecida, a separa\u00e7\u00e3o ser\u00e1 f\u00e1cil e se dar\u00e1 sem choque;<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">4\u00b0) Se, ap\u00f3s a completa extin\u00e7\u00e3o da vida org\u00e2nica ainda existirem numerosos pontos de contato entre o corpo e o perisp\u00edrito, a alma poder\u00e1 sentir os efeitos da decomposi\u00e7\u00e3o do corpo at\u00e9 que as liga\u00e7\u00f5es sejam completamente rompidas.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">Disso resulta que o sofrimento que acompanha a morte decorre do estado de ader\u00eancia do perispirito ao corpo, e que tudo o que possa facilitar a diminui\u00e7\u00e3o desse estado e acelerar a separa\u00e7\u00e3o torna a passagem menos penosa. Enfim, que se o desprendimento se verificar sem nenhuma dificuldade, a alma n\u00e3o experimenta nenhuma sensa\u00e7\u00e3o desagrad\u00e1vel.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">6 \u2014 Na passagem da vida corp\u00f3rea para a vida espiritual ocorre ainda outro fen\u00f4meno de capital import\u00e2ncia: o da perturba\u00e7\u00e3o. Nesse momento a alma experimenta um entorpecimento que paralisa momentaneamente as suas faculdades e neutraliza, pelo menos em parte, as suas sensa\u00e7\u00f5es. Ela fica, por assim dizer, em estado catal\u00e9ptico, de maneira que quase nunca tem consci\u00eancia do seu derradeiro suspiro. Dizemos quase nunca porque h\u00e1 um caso em que ela pode ter consci\u00eancia desse \u00faltimo instante, como logo veremos.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">A perturba\u00e7\u00e3o pode, pois, ser considerada como um fato normal no momento da morte. Sua dura\u00e7\u00e3o \u00e9 indeterminada, pois ela varia de algumas horas para alguns anos. A medida que ela se dissipa a alma se sente na situa\u00e7\u00e3o de um homem que acorda de um sono profundo. Suas ideias s\u00e3o confusas, vagas e incertas, a sua vis\u00e3o \u00e9 como se ela estivesse num nevoeiro; pouco a pouco a vis\u00e3o vai-se esclarecendo, a mem\u00f3ria se reaviva, mas isso de acordo com as situa\u00e7\u00f5es individuais. Para uns, esse despertar \u00e9 calmo e proporciona uma sensa\u00e7\u00e3o deliciosa, mas para outros \u00e9 bem diferente, cheio de terror e ang\u00fastia, semelhante a horr\u00edvel pesadelo. 7 \u2014 O momento do derradeiro suspiro n\u00e3o \u00e9, pois, o mais penoso, porque em geral a alma n\u00e3o chega a perceb\u00ea-lo. Mas antes ela sofre os efeitos da desagrega\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria durante as convuls\u00f5es da agonia, e depois as ang\u00fastias da perturba\u00e7\u00e3o. Apressemo-nos a esclarecer que essa situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 generalizada. A intensidade e a dura\u00e7\u00e3o de sofrimento, como dissemos, est\u00e3o na raz\u00e3o da afinidade existente entre o corpo e o perisp\u00edrito. Quanto maior for essa afinidade, mais demorados e penosos ser\u00e3o os esfor\u00e7os do Esp\u00edrito para se libertar. Mas h\u00e1 casos em que a uni\u00e3o \u00e9 t\u00e3o fraca que a liberta\u00e7\u00e3o se realiza naturalmente, sem dificuldades. O Esp\u00edrito se separa do corpo como um fruto maduro que cai do<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">ramo. \u00c9 o caso das mortes tranquilas que levam a um despertar pac\u00edfico.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">8 \u2014 O estado moral da alma \u00e9 a causa principal que determina a maior ou menor facilidade de desprendimento. A afinidade entre o corpo e o perisp\u00edrito decorre do apego do Esp\u00edrito \u00e0 mat\u00e9ria. Chega ao m\u00e1ximo no homem que concentra todas as suas preocupa\u00e7\u00f5es na vida e nos prazeres materiais que ela oferece. \u00c9 quase nula naquele cuja alma purificada se identifica por antecipa\u00e7\u00e3o com a vida espiritual. Como a lentid\u00e3o e a dificuldade da separa\u00e7\u00e3o resultam do grau de depura\u00e7\u00e3o e desmaterializa\u00e7\u00e3o da alma, depende de cada um tornar mais f\u00e1cil ou mais penoso, agrad\u00e1vel ou doloroso o momento de sua passagem.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">Assim posta a quest\u00e3o, ao mesmo tempo no plano te\u00f3rico e como resultado da observa\u00e7\u00e3o, resta-nos examinar a influ\u00eancia do g\u00e9nero de morte sobre as sensa\u00e7\u00f5es da alma no derradeiro momento.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">9 \u2014 Na morte natural, a que resulta da extin\u00e7\u00e3o das for\u00e7as vitais pela idade ou pela doen\u00e7a, o desprendimento se opera gradualmente. No homem cuja alma se desmaterializou e cujos pensamentos se desprenderam da atra\u00e7\u00e3o das coisas terrenas, o desprendimento quase que se completa antes da morte real. O<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">corpo vive ainda a vida org\u00e2nica, mas a alma j\u00e1 penetrou na vida espiritual e somente a ligam ao corpo liames t\u00e3o fr\u00e1geis que se rompem sem dificuldade com a \u00faltima pancada do cora\u00e7\u00e3o. Nessa situa\u00e7\u00e3o o Esp\u00edrito j\u00e1 pode haver recobrado a lucidez e testemunhar conscientemente a extin\u00e7\u00e3o da vida no seu pr\u00f3prio corpo, do qual se sente feliz por se livrar. Para ele quase n\u00e3o existe perturba\u00e7\u00e3o. Este n\u00e3o \u00e9 mais do que um momento de sono tranquilo do qual ele acorda com uma indiz\u00edvel sensa\u00e7\u00e3o de felicidade e de esperan\u00e7a.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">No homem material e sensual, que viveu mais para o corpo do que para as coisas espirituais, para quem a vida espiritual nada era, que nem mesmo a admitia em pensamento, tudo contribui para estreitar os la\u00e7os que ligam a alma \u00e0 mat\u00e9ria, pois nada contribuiu para os relaxar durante a vida. \u00c0 aproxima\u00e7\u00e3o da morte, o desprendimento se opera tamb\u00e9m de maneira gradual, mas atrav\u00e9s de cont\u00ednuos esfor\u00e7os. As convuls\u00f5es da agonia revelam a luta que o Esp\u00edrito sustenta, tentando \u00e0s vezes romper os la\u00e7os que o seguram e de outras vezes apegando-se ao corpo do qual uma for\u00e7a irresist\u00edvel o vai arrancando com viol\u00eancia, mas parte a parte.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">10 \u2014 O Esp\u00edrito se apega tanto mais \u00e0 vida material quando nada v\u00ea al\u00e9m dela. Sente que ela lhe escapa e quer ret\u00ea-la. Ao inv\u00e9s de se entregar \u00e0s for\u00e7as que o arrastam, resiste com todas as suas energias. Essa luta pode se prolongar por dias, semanas e meses. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida, nesse momento o Esp\u00edrito n\u00e3o goza de toda a sua lucidez. A perturba\u00e7\u00e3o j\u00e1 ter\u00e1 come\u00e7ado bem antes da morte, mas nem por isso \u00e9 menor o seu sofrimento, e o estado de vacuidade mental em que se encontra, a incerteza quanto ao que lhe acontecer\u00e1 depois aumentam as suas ang\u00fastias. A morte chega e nada se acabou, pois a perturba\u00e7\u00e3o continua. Ele sente que est\u00e1 vivo, mas n\u00e3o sabe se essa vida \u00e9 a material ou a espiritual. Luta ainda at\u00e9 que as \u00faltimas liga\u00e7\u00f5es do perisp\u00edrito com o corpo sejam rompidas. A morte p\u00f4s termo \u00e0 mol\u00e9stia que ele sofria, mas n\u00e3o sustou as suas consequ\u00eancias, de maneira que enquanto existirem pontos de contato entre o corpo e o perispfrito, o Esp\u00edrito \u00e9 atingido por essas consequ\u00eancias e sofre com elas.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">Bem diferente a situa\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito que j\u00e1 se desmaterializou, mesmo no caso das doen\u00e7as mais cru\u00e9is. As liga\u00e7\u00f5es flu\u00eddicas com o corpo tendo se enfraquecido, rompem-se sem nenhuma dificuldade, e al\u00e9m disso a sua confian\u00e7a no futuro, que ele j\u00e1 entrev\u00ea mentalmente e \u00e0s vezes mesmo de maneira real, o leva a<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">encarar a morte como uma liberta\u00e7\u00e3o e os seus males como uma prova. Da\u00ed a tranquilidade moral e a resigna\u00e7\u00e3o que suavizam os seus sofrimentos. Ap\u00f3s a morte, tendo as liga\u00e7\u00f5es sido rompidas de maneira instant\u00e2nea, ele n\u00e3o sente nenhuma rea\u00e7\u00e3o dolorosa. Pelo contr\u00e1rio, ao despertar sente-se livre, disposto, aliviado de um grande peso e muito feliz por n\u00e3o estar mais sofrendo.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">12 \u2014 Na morte violenta as condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o sempre as mesmas. Nenhuma desagrega\u00e7\u00e3o parcial tendo podido levar a uma separa\u00e7\u00e3o antecipada entre o corpo e o perisp\u00edrito, a vida org\u00e2nica \u00e9 subitamente sustada, ainda na plenitude da sua for\u00e7a. O desprendimento do perisp\u00edrito s\u00f3 come\u00e7a depois da morte. Nesse caso como nos outros n\u00e3o pode realizar-se instantaneamente. O Esp\u00edrito, colhido de surpresa, sente-se como aturdido, mas ao perceber que pensa ainda, acredita-se vivo. Essa ilus\u00e3o dura at\u00e9 que ele possa tomar conhecimento de sua nova situa\u00e7\u00e3o.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">Esse estado intermedi\u00e1rio entre a vida corp\u00f3rea e a vida espiritual \u00e9 um dos mais interessantes como objeto de estudo, pois apresenta a singular situa\u00e7\u00e3o de um Esp\u00edrito que toma o seu corpo flu\u00eddico pelo seu corpo material, experimentando todas as sensa\u00e7\u00f5es da vida org\u00e2nica. Apresenta-se uma variedade de<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">nuan\u00e7as que dependem do car\u00e1ter, dos conhecimentos e do grau do desenvolvimento moral do Esp\u00edrito. \u00c9 de curta dura\u00e7\u00e3o para aqueles de alma mais pura, porque nestes sempre h\u00e1 um desprendimento antecipado que a morte, mesmo a mais inesperada, vem apenas completar. Para outros pode prolongar-se durante anos. Esse estado \u00e9 tamb\u00e9m muito frequente nos casos de morte ordin\u00e1ria, mas para alguns nada tem de penoso, dependendo das qualidades do Esp\u00edrito, enquanto para outros representa uma situa\u00e7\u00e3o terr\u00edvel.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">\u00c9 sobretudo nos casos de suic\u00eddios que essa situa\u00e7\u00e3o se faz penosa. O corpo continuando ligado ao perisp\u00edrito por todas as suas fibras, faz que repercutam na alma todas as suas convuls\u00f5es, produzindo-lhes sofrimentos atrozes.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">13\u2014A situa\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito no momento da morte pode se resumir assim:<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">O Esp\u00edrito sofre tanto mais, quanto mais lento for o desprendimento do perisp\u00edrito. A presteza do desprendimento depende do grau de desenvolvimento moral do Esp\u00edrito. Para o Esp\u00edrito desmaterializado, cuja consci\u00eancia \u00e9 pura, a morte \u00e9 apenas um sono passageiro, sem nenhum sofrimento, e o seu despertar \u00e9 cheio de suavidade.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">14 \u2014 Para que a gente se esforce pela pr\u00f3pria purifica\u00e7\u00e3o, reprimindo as m\u00e1s tend\u00eancias e vencendo as paix\u00f5es, \u00e9 necess\u00e1rio conheceras vantagens do futuro. Para se identificar com a vida futura, desejando-a e preferindo-a \u00e0 vida terrena, n\u00e3o basta acreditar que ela existe, mas \u00e9 preciso compreend\u00ea-la. E para tudo isso \u00e9 necess\u00e1rio apresent\u00e1-la sob um aspecto satisfat\u00f3rio para a raz\u00e3o, de pleno acordo com a l\u00f3gica, o bom senso e a ideia que se faz da grandeza, da bondade e da justi\u00e7a de Deus. De todas as doutrinas filos\u00f3ficas, o Espiritismo \u00e9 a que exerce, a respeito, a mais poderosa influ\u00eancia, gra\u00e7as \u00e0 f\u00e9 inabal\u00e1vel que proporciona.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">O esp\u00edrita s\u00e9rio n\u00e3o se contenta em crer: e\/e cr\u00ea porque compreende, e s\u00f3 pode compreender recorrendo ao racioc\u00ednio. A vida futura \u00e9 ent\u00e3o uma realidade que se desenrola incessantemente aos seus olhos. Ele a v\u00ea e a toca, por assim dizer, a todos os instantes. A d\u00favida n\u00e3o pode penetrar na sua mente. A vida corp\u00f3rea, demasiado limitada, se apaga para ele ante a vida espiritual que se apresenta como a verdadeira vida. Essa a raz\u00e3o da pouca import\u00e2ncia que d\u00e1 aos incidentes do caminho, e de enfrentar com resigna\u00e7\u00e3o todas as vicissitudes, compreendendo as suas causas e a sua utilidade. As rela\u00e7\u00f5es diretas que mant\u00e9m com o mundo invis\u00edvel elevam-lhe a alma. As<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">liga\u00e7\u00f5es flu\u00eddicas que o ligam \u00e0 mat\u00e9ria se enfraquecem. E \u00e9 assim que vai se operando o desligamento parcial que facilita a sua passagem desta vida para a outra. A perturba\u00e7\u00e3o que \u00e9 insepar\u00e1vel da transi\u00e7\u00e3o torna-se de curta dura\u00e7\u00e3o porque, t\u00e3o pronto atravessou a fronteira logo se reconhece: nada lhe \u00e9 estranho e ele compreende a sua nova situa\u00e7\u00e3o.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">15 \u2014 O Espiritismo n\u00e3o \u00e9 certamente indispens\u00e1vel para se chegar a esse resultado. Nem tem a pretens\u00e3o de ser o \u00fanico a assegurar a salva\u00e7\u00e3o da alma. Mas a facilita, pelos conhecimentos que proporciona, pelos sentimentos que inspira e pelas disposi\u00e7\u00f5es que d\u00e1 ao esp\u00edrito, fazendo-o compreender a necessidade de melhorar-se. Al\u00e9m disso, d\u00e1 a cada um os meios de facilitar o desprendimento alheio na hora da partida e os meios de abreviar o tempo de perturba\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da prece e da evoca\u00e7\u00e3o.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">Por meio da prece sincera, que \u00e9 uma forma de magnetiza\u00e7\u00e3o espiritual, provoca-se uma desagrega\u00e7\u00e3o, mais r\u00e1pida do fluido perispiritual. Por uma evoca\u00e7\u00e3o dirigida com conhecimento e prud\u00eancia, atrav\u00e9s de palavras de benevol\u00eancia e encorajamento, tira-se o Esp\u00edrito do entorpecimento em que se encontra e consegue-se ajud\u00e1-lo a compreender mais rapidamente o que se <\/span><span style=\"color: #000000;\">passa. Se for um Esp\u00edrito sofredor, provoca-se o arrependimento que \u00e9 o \u00fanico meio de abreviar os seus sofrimentos.(2)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080; font-size: 12px;\">(2) Os exemplos que vamos citar apresentam os Esp\u00edritos nas diferentes fases de felicidade e de infelicidade da vida espiritual. N\u00e3o os procuramos entre os personagens mais ou menos ilustres da Antiguidade, cuja situa\u00e7\u00e3o se poderia considerar modificada ap\u00f3s a exist\u00eancia em que foram conhecidos, n\u00e3o oferecendo, por isso mesmo, provas suficientes de autenticidade. Tomamo-los das ircunst\u00e2ncias mais comuns da vida contempor\u00e2nea, por serem aquelas em que podemos encontrar maiores possibilidades de compara\u00e7\u00f5es e das quais se podem tirar as mais aproveit\u00e1veis instru\u00e7\u00f5es.<\/span><br \/><span style=\"color: #000080; font-size: 12px;\">Quanto mais a exist\u00eancia terrena dos Esp\u00edritos se aproxima da nossa, seja pela posi\u00e7\u00e3o social ou pelas rela\u00e7\u00f5es ou la\u00e7os de parentescos, mais nos interessam e mais f\u00e1cil se torna controlar a identidade dos comunicantes. As situa\u00e7\u00f5es vulgares s\u00e3o naturalmente em maior n\u00famero e \u00e9 por isso que delas todos podem tirar mais facilmente as aplica\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias. As situa\u00e7\u00f5es excepcionais nos tocam menos, por escaparem \u00e0 esfera dos nossos h\u00e1bitos. N\u00e3o s\u00e3o essas, portanto, as ilustra\u00e7\u00f5es que procuramos. Se nesses exemplos se encontram algumas individualidades conhecidas, a maioria \u00e9 de criaturas inteiramente obscuras. Os nomes retumbantes nada acrescentariam no tocante \u00e0 instru\u00e7\u00e3o e poderiam ferir suscetibilidades. N\u00e3o nos dirigimos aos curiosos nem aos amantes de esc\u00e2ndalos, mas aos que desejam seriamente instruir-se.<\/span><br \/><span style=\"color: #000080; font-size: 12px;\">Esses exemplos poderiam ser multiplicados ao infinito, mas, for\u00e7ados a limitar o seu n\u00famero, escolhemos os que pudessem lan\u00e7ar mais luz sobre o estado do mundo espiritual, seja em virtude da situa\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito, seja pelas explica\u00e7\u00f5es que ele estava em condi\u00e7\u00f5es de dar. Na maioria essas comunica\u00e7\u00f5es s\u00e3o in\u00e9ditas. Apenas algumas foram publicadas na Revista Esp\u00edrita. Dessas, suprimimos os detalhes sup\u00e9rfluos, conservando apenas os pontos essenciais ao objetivo que nos propusemos aqui.<\/span><br \/><span style=\"color: #000080; font-size: 12px;\">Acrescentamos a elas as instru\u00e7\u00f5es complementares que provocaram posteriormente. (N. de Kardec)<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A TRANSI\u00c7\u00c3O\u00a0 ou A Justi\u00e7a Divina Segundo o Espiritismo. 1 \u2014 A confian\u00e7a na exist\u00eancia da vida futura n\u00e3o exclui as apreens\u00f5es pela transi\u00e7\u00e3o desta vida para a outra. Muitas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"blocksy_meta":{"styles_descriptor":{"styles":{"desktop":"","tablet":"","mobile":""},"google_fonts":[],"version":6}},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A TRANSI\u00c7\u00c3O &#8211; Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A TRANSI\u00c7\u00c3O &#8211; Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"A TRANSI\u00c7\u00c3O\u00a0 ou A Justi\u00e7a Divina Segundo o Espiritismo. 1 \u2014 A confian\u00e7a na exist\u00eancia da vida futura n\u00e3o exclui as apreens\u00f5es pela transi\u00e7\u00e3o desta vida para a outra. Muitas [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2019-04-21T19:33:48+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2021-10-21T04:15:56+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Altemir Brehm\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Altemir Brehm\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"17 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/\"},\"author\":{\"name\":\"Altemir Brehm\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/4afd4cc1a3129143c5cfc4dbdff5fff2\"},\"headline\":\"A TRANSI\u00c7\u00c3O\",\"datePublished\":\"2019-04-21T19:33:48+00:00\",\"dateModified\":\"2021-10-21T04:15:56+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/\"},\"wordCount\":3346,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/d29ff17724bd8c430e40f70d404da02f\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png\",\"articleSection\":[\"Espiritismo\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/\",\"url\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/\",\"name\":\"A TRANSI\u00c7\u00c3O &#8211; Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png\",\"datePublished\":\"2019-04-21T19:33:48+00:00\",\"dateModified\":\"2021-10-21T04:15:56+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"A TRANSI\u00c7\u00c3O\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#website\",\"url\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/\",\"name\":\"Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires\",\"description\":\"Espiritismo Allan Kardec\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/d29ff17724bd8c430e40f70d404da02f\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":[\"Person\",\"Organization\"],\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/d29ff17724bd8c430e40f70d404da02f\",\"name\":\"GEEHP\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c63782dab0b0744f8a9d19922fd1bae4?s=96&d=identicon&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c63782dab0b0744f8a9d19922fd1bae4?s=96&d=identicon&r=g\",\"caption\":\"GEEHP\"},\"logo\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/image\/\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/4afd4cc1a3129143c5cfc4dbdff5fff2\",\"name\":\"Altemir Brehm\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/729ff9e755ef1cade7ccbefe5bb116a1?s=96&d=identicon&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/729ff9e755ef1cade7ccbefe5bb116a1?s=96&d=identicon&r=g\",\"caption\":\"Altemir Brehm\"},\"url\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/author\/altemir-brehm\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"A TRANSI\u00c7\u00c3O &#8211; Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"A TRANSI\u00c7\u00c3O &#8211; Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires","og_description":"A TRANSI\u00c7\u00c3O\u00a0 ou A Justi\u00e7a Divina Segundo o Espiritismo. 1 \u2014 A confian\u00e7a na exist\u00eancia da vida futura n\u00e3o exclui as apreens\u00f5es pela transi\u00e7\u00e3o desta vida para a outra. Muitas [&hellip;]","og_url":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/","og_site_name":"Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires","article_published_time":"2019-04-21T19:33:48+00:00","article_modified_time":"2021-10-21T04:15:56+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png"}],"author":"Altemir Brehm","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Altemir Brehm","Est. tempo de leitura":"17 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/"},"author":{"name":"Altemir Brehm","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/4afd4cc1a3129143c5cfc4dbdff5fff2"},"headline":"A TRANSI\u00c7\u00c3O","datePublished":"2019-04-21T19:33:48+00:00","dateModified":"2021-10-21T04:15:56+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/"},"wordCount":3346,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/d29ff17724bd8c430e40f70d404da02f"},"image":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png","articleSection":["Espiritismo"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/","url":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/","name":"A TRANSI\u00c7\u00c3O &#8211; Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires","isPartOf":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png","datePublished":"2019-04-21T19:33:48+00:00","dateModified":"2021-10-21T04:15:56+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png","contentUrl":"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/04\/a-transicao\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"A TRANSI\u00c7\u00c3O"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#website","url":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/","name":"Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires","description":"Espiritismo Allan Kardec","publisher":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/d29ff17724bd8c430e40f70d404da02f"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":["Person","Organization"],"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/d29ff17724bd8c430e40f70d404da02f","name":"GEEHP","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c63782dab0b0744f8a9d19922fd1bae4?s=96&d=identicon&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c63782dab0b0744f8a9d19922fd1bae4?s=96&d=identicon&r=g","caption":"GEEHP"},"logo":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/image\/"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/4afd4cc1a3129143c5cfc4dbdff5fff2","name":"Altemir Brehm","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/729ff9e755ef1cade7ccbefe5bb116a1?s=96&d=identicon&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/729ff9e755ef1cade7ccbefe5bb116a1?s=96&d=identicon&r=g","caption":"Altemir Brehm"},"url":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/author\/altemir-brehm\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1655"}],"collection":[{"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1655"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1655\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1657,"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1655\/revisions\/1657"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1655"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1655"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1655"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}