{"id":1323,"date":"2019-03-03T13:23:58","date_gmt":"2019-03-03T16:23:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/?p=1323"},"modified":"2021-10-21T01:22:47","modified_gmt":"2021-10-21T04:22:47","slug":"o-purgatorio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/","title":{"rendered":"O PURGAT\u00d3RIO"},"content":{"rendered":"\n<p><br><\/p>\n\n\n<header>\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-208 size-full\" src=\"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png\" alt=\"\" width=\"652\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png 652w, https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2-300x146.png 300w\" sizes=\"(max-width: 652px) 100vw, 652px\" \/><\/h1>\n<\/header>\n<div id=\"content\" class=\"post-single-content box mark-links\">\n<div>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>O PURGAT\u00d3RIO &#8211; <\/strong>Cap 4 ou A Justi\u00e7a Divina Segundo o Espiritismo.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">1 \u2014 O Evangelho n\u00e3o faz nenhuma men\u00e7\u00e3o do purgat\u00f3rio, que s\u00f3 foi admitido pela Igreja no ano de 563. Trata-se inevitavelmente de um dogma mais racional e mais conforme \u00e0 justi\u00e7a de Deus que o inferno, pois estabelece penas menos rigorosas e mais aceit\u00e1veis para as faltas de mediana gravidade. A ideia do purgat\u00f3rio funda-se, portanto, no princ\u00edpio da equidade, pois comparado com a justi\u00e7a humana equivale \u00e0 deten\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria em rela\u00e7\u00e3o com a pena de condena\u00e7\u00e3o. O que se pensaria de um pa\u00eds que s\u00f3 tivesse a pena de morte para todos os crimes, at\u00e9 os mais simples delitos? Sem o purgat\u00f3rio s\u00f3 h\u00e1 para as almas as duas alternativas extremas: a felicidade absoluta ou o supl\u00edcio eterno. Nesse caso, o que seria das almas culpadas somente de faltas leves? Ou elas partilhariam a felicidade dos eleitos sem serem perfeitas, ou sofreriam o castigo dos maiores criminosos sem os terem igualado no mal, o que n\u00e3o seria justo nem racional.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">2 \u2014 Mas a no\u00e7\u00e3o do purgat\u00f3rio teria de ser necessariamente incompleta, pois s\u00f3 conhecendo o supl\u00edcio do fogo procuraram diminui-lo numa ideia atenuada do inferno. As almas ainda se queimam, mas de maneira menos intensa. N\u00e3o concili\u00e1vel o progresso com o dogma das penas eternas, as almas n\u00e3o podem sair do purgat\u00f3rio atrav\u00e9s do seu pr\u00f3prio adiantamento, mas sim pela virtude das preces que se fazem ou se mandam fazer em sua inten\u00e7\u00e3o. Se a ideia inicial foi boa, n\u00e3o se deu o mesmo com as suas consequ\u00eancias, em raz\u00e3o dos abusos de que ela se tornou fonte. Em virtude das preces pagas o purgat\u00f3rio se transformou numa mina mais produtiva que o inferno (1).<\/span><br \/><span style=\"font-size: 12px; color: #000080;\">1- O purgat\u00f3rio deu origem ao escandaloso com\u00e9rcio das indulg\u00eancias, com as quais se vendia a entrada no c\u00e9u. Esse abuso foi a causa primeira da Reforma e foi por causa dele que Lutero rejeitou o purgat\u00f3rio. (N. de Kardec). \u2014 Este caso nos mostra o processo da evolu\u00e7\u00e3o: o erro da concep\u00e7\u00e3o do inferno gerou a id\u00e9ia do Purgat\u00f3rio, e esta determinou, por sua vez, a reformula\u00e7\u00e3o da Teologia crist\u00e3 e a tentativa de volta ao Cristianismo primitivo, que preparou, com a Reforma protestante, o caminho ao Espiritismo. (N. do T.)<\/span><\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">3 \u2014 O lugar do purgat\u00f3rio nunca foi determinado, nem claramente definida a natureza das penas que nele s\u00e3o impostas. Estava reservado \u00e0 Nova Revela\u00e7\u00e3o preencher esta lacuna ao nos explicar as causas das mis\u00e9rias da vida terrena, que somente o princ\u00edpio da pluralidade das exist\u00eancias poderia justificar. Essas mis\u00e9rias s\u00e3o necessariamente resultantes das imperfei\u00e7\u00f5es da alma, pois se a alma fosse perfeita n\u00e3o cometeria faltas e n\u00e3o teria de sofrer as suas consequ\u00eancias. O homem que fosse s\u00f3brio e moderado em tudo, por exemplo, n\u00e3o se tornaria presa das doen\u00e7as provocadas pelos excessos. Na maioria das vezes ele se torna infeliz neste mundo por sua pr\u00f3pria culpa. Mas ele \u00e9 imperfeito, j\u00e1 o devia ser antes de vir para a Terra. Aqui ele expia n\u00e3o somente as faltas atuais, mas tamb\u00e9m as anteriores que n\u00e3o pode antes reparar. Sofre nesta vida as provas que fez os outros sofrerem numa outra exist\u00eancia. As vicissitudes por que passa s\u00e3o ao mesmo tempo um castigo tempor\u00e1rio e uma advert\u00eancia quanto \u00e0s imperfei\u00e7\u00f5es de que se deve livrar para evitar desgra\u00e7as futuras e progredir na dire\u00e7\u00e3o do bem. Elas s\u00e3o para as almas li\u00e7\u00f5es da experi\u00eancia, \u00e0s vezes rudes, mas tanto mais aproveit\u00e1veis quanto mais profunda a impress\u00e3o que possam deixar. Essas vicissitudes proporcionam a oportunidade de lutas incessantes que desenvolvem as suas for\u00e7as e as suas faculdades morais e intelectuais, fortificando a alma na pr\u00e1tica do bem. Saindo sempre vitoriosa, ela se beneficia se tiver a coragem de enfrentar a prova at\u00e9 o fim. O pr\u00e9mio da vit\u00f3ria ela a receber\u00e1 na vida espiritual, onde entrar\u00e1 radiosa e triunfante como o soldado que sai da refrega e vai receber o seu galard\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">4 \u2014 Cada exist\u00eancia representa para a alma a oportunidade de um adiantamento. Depende da sua vontade que esse adiantamento seja o maior poss\u00edvel, permitindo-lhe subir numerosos degraus ou permanecer n o mesmo ponto. Neste \u00faltimo caso ela ter\u00e1 perdido a oportunidade, e como \u00e9 sempre necess\u00e1rio que cedo ou tarde pague a sua d\u00edvida, ter\u00e1 de recome\u00e7ar numa nova exist\u00eancia as mesmas lutas em condi\u00e7\u00f5es mais penosas, porque a uma n\u00f3doa que n\u00e3o apagou ela acrescentou outra. \u00c9 pois nas encarna\u00e7\u00f5es sucessivas que a alma se liberta pouco a pouco das suas imperfei\u00e7\u00f5es, que ela se purga, numa palavra, at\u00e9 que se torne bastante pura para merecer libertar-se dos mundos de expia\u00e7\u00e3o e ir para os mundos mais felizes, deixando esses mais tarde para gozar da felicidade suprema. O Purgat\u00f3rio n\u00e3o \u00e9, portanto, uma ideia vaga e incerta: \u00e9 uma realidade material que vemos, tocamos e sofremos. Ele se encontra nos mundos de expia\u00e7\u00e3o e a Terra \u00e9 um deles. Os homens expiam nela o seu passado e o seu presente em benef\u00edcio do seu futuro. Mas contrariamente \u00e0 ideia que se faz a respeito, depende de cada um abreviar ou prolongar a sua perman\u00eancia neste mundo, segundo o grau de diantamento e depura\u00e7\u00e3o a que possa chegar pelo pr\u00f3prio trabalho. Dela saimos. n\u00e3o por haver completado um certo tempo ou pelos m\u00e9ritos de outros, mas pelo nosso pr\u00f3prio m\u00e9rito, segundo estas palavras de Cristo: a cada um segundo suas obras.palavras que resumem toda a justi\u00e7a de Deus.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">5 \u2014 Aquele que sofre nesta vida pode dizer, portanto, que \u00e9 por n\u00e3o estar suficientemente depurado e que, se n\u00e3o o fez na exist\u00eancia anterior ter\u00e1 ainda que sofrer na seguinte. Isto \u00e9 ao mesmo tempo equitativo e l\u00f3gico. Sendo o sofrimento inerente \u00e0 imperfei\u00e7\u00e3o, sofre-se por tanto tempo quanto, se for imperfeito, como se sofre de uma doen\u00e7a por tanto tempo quanto n\u00e3o se consegue extinguir as suas causas. \u00c9 assim que um homem orgulhoso sofrer\u00e1 as consequ\u00eancias do orgulho, da mesma maneira que um ego\u00edsta as do ego\u00edsmo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">6 \u2014 O Esp\u00edrito culpado sofre primeiramente na vida espiritual em raz\u00e3o dos graus da sua imperfei\u00e7\u00e3o; sofre depois na vida corporal que lhe \u00e9 dada como meio de repara\u00e7\u00e3o. \u00c9 por isso que ele se reencontra com as pessoas que tenha ofendido, seja em situa\u00e7\u00f5es semelhantes \u00e0quelas em que praticou o mal, seja em situa\u00e7\u00f5es que representam o seu reverso, como neste exemplo: estar na mis\u00e9ria se foi um mau rico ou numa condi\u00e7\u00e3o humilhante se foi um orgulhoso. O fato de haver expia\u00e7\u00e3o no mundo espiritual e na Terra n\u00e3o representa um duplo castigo para o Esp\u00edrito. \u00c9 o mesmo castigo que se prolonga na vida terrena, com o fim de facilitar o seu adiantamento atrav\u00e9s de um trabalho efetivo. Dele depende tirar o proveito. N\u00e3o \u00e9 melhor para ele voltar \u00e0 Terra com a possibilidade de ganhar o C\u00e9u, do que ser condenado sem remiss\u00e3o ao deix\u00e1-la? Esta liberdade que lhe \u00e9 concedida \u00e9 uma prova da sabedoria, da bondade e da justi\u00e7a de Deus, que quer que o homem deva tudo aos seus esfor\u00e7os e seja o art\u00edfice do seu futuro. Se ele for infeliz por maior ou menor tempo, n\u00e3o poder\u00e1 queixar-se sen\u00e3o de si mesmo, pois o caminho do progresso est\u00e1 sempre aberto para ele.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">7 \u2014 Se considerarmos como \u00e9 grande o sofrimento de certos Esp\u00edritos culpados no mundo invis\u00edvel, como \u00e9 terr\u00edvel a situa\u00e7\u00e3o de alguns, de que ang\u00fastias se tornaram presas, quanto essa situa\u00e7\u00e3o se faz mais penosa pela impossibilidade de lhe verem o fim, poder\u00edamos dizer que isso \u00e9 para eles o inferno, se essa palavra n\u00e3o implicasse a ideia de um castigo eterno e material. Gra\u00e7as \u00e0 revela\u00e7\u00e3o dos Esp\u00edritos e aos exemplos que eles nos ofereceram, sabemos que a dura\u00e7\u00e3o da expia\u00e7\u00e3o est\u00e1 subordinada ao melhoramento do culpado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">8 \u2014 O Espiritismo n\u00e3o vem, pois, negar a exist\u00eancia das penas futuras, mas pelo contr\u00e1rio constat\u00e1-las. O que ele destr\u00f3i \u00e9 a ideia do inferno localizado, com suas fornalhas e suas penas irremiss\u00edveis. N\u00e3o nega o purgat\u00f3rio, desde que prova que estamos nele. Define e precisa o purgat\u00f3rio ao explicar a causa das mis\u00e9rias terrenas, e com isso reconduz \u00e0 cren\u00e7a aqueles que o negavam. O Espiritismo condena as preces pelos mortos? Bem ao contr\u00e1rio, pois os esp\u00edritos sofredores as solicitam. Faz delas um dever de caridade e demonstra a sua efic\u00e1cia para os conduzir\u00e3o bem, abreviando dessa maneira os seus tormentos (2).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080; font-size: 12px;\">2 &#8211; Ver O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. 27, A\u00e7\u00e3o da Prece.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">que as melhores preces s\u00e3o as que partem do cora\u00e7\u00e3o e n\u00e3o apenas dos l\u00e1bios, aquelas que s\u00e3o ditas por n\u00f3s mesmos e n\u00e3o as que mandamos dizer por dinheiro. Quem ousaria reprov\u00e1-lo por isso?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">9 \u2014 Quer o castigo se verifique na vida espiritual ou na Terra, e qualquer que seja a sua dura\u00e7\u00e3o, h\u00e1 sempre um termo para ele, mais ou menos longo ou curto. N\u00e3o h\u00e1, na verdade, para o Esp\u00edrito mais do que estas alternativas: puni\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria e graduada segundo a culpabilidade, ou recompensa graduada segundo o m\u00e9rito. O Espiritismo n\u00e3o aceita a terceira, ou seja a da condena\u00e7\u00e3o eterna. O inferno permanece apenas como figura simb\u00f3lica dos grandes sofrimentos que parecem n\u00e3o ter fim. O Purgat\u00f3rio \u00e9 a realidade em que nos encontramos. A palavra Purgat\u00f3rio exprime a ideia de um lugar circunscrito. Eis porque se aplica mais naturalmente \u00e0 Terra, considerada como lugar de expia\u00e7\u00e3o, do que ao do espa\u00e7o infinito em que erram os Esp\u00edritos sofredores, e tamb\u00e9m porque a natureza da expia\u00e7\u00e3o terrestre \u00e9 uma verdadeira purga\u00e7\u00e3o. Quando os homens forem melhores s\u00f3 passar\u00e3o ao mundo invis\u00edvel como Esp\u00edritos bons, e estes, ao se reencarnarem trar\u00e3o para a humanidade corp\u00f3rea somente criaturas aperfei\u00e7oadas. Ent\u00e3o a Terra, deixando de ser um mundo de expia\u00e7\u00e3o, os homens n\u00e3o mais sofrer\u00e3o nela as mis\u00e9rias que s\u00e3o hoje as consequ\u00eancias de suas imperfei\u00e7\u00f5es. \u00c9 essa a transforma\u00e7\u00e3o que est\u00e1 em marcha neste momento e que elevar\u00e1 a Terra na hierarquia dos mundos. (Ver O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. 3. -(3)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000080;\">3 &#8211; O grifo \u00e9 nosso e sua finalidade \u00e9 chamar a aten\u00e7\u00e3o do leitor para o fato de que as grandes transforma\u00e7\u00f5es atuais que abalam o nosso mundo j\u00e1 estavam previstas nas obras da codifica\u00e7\u00e3o esp\u00edrita. A Terra est\u00e1 sofrendo uma crise de crescimento para se tornar um mundo maduro e portanto melhor. As desordens atuais, que tanto nos assustam, s\u00e3o os pren\u00fancios de uma nova ordem que far\u00e1 a Terra elevar-se na escala dos mundos. (N. do T.)<\/span><\/p>\n<div id=\"content\" class=\"post-single-content box mark-links\">\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">10 \u2014 Mas porque o Cristo n\u00e3o falou do Purgat\u00f3rio? \u00c9 que, n\u00e3o existindo a ideia, n\u00e3o havia palavra especial para represent\u00e1-la. Ele se serviu da palavra inferno, que estava em uso, como um termo gen\u00e9rico para designar todas as modalidades das penas futuras. Se ao lado da palavra inferno tivesse criado um termo equivalente a Purgat\u00f3rio, n\u00e3o teria podido precisar-lhe o sentido sem tocar numa quest\u00e3o reservada ao futuro. Por outro lado, isso seria consagrar a exist\u00eancia de dois lugares especiais de castigo. O inferno na sua acep\u00e7\u00e3o geral, revelando a ideia de puni\u00e7\u00e3o, implicava tamb\u00e9m a de Purgat\u00f3rio, que apresenta apenas uma das formas de penalidade. O futuro, devendo esclarecer os homens sobre a natureza das penas, teria, por isso mesmo, de reduzir o inferno ao seu justo valor.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">Desde que a Igreja achou de seu dever, ap\u00f3s seis s\u00e9culos, suprir o sil\u00eancio de Jesus a esse respeito, decretando a exist\u00eancia do purgat\u00f3rio, foi por haver julgado que ele n\u00e3o havia dito tudo. Porque n\u00e3o ser\u00e1 assim para outros pontos, como para esse? (4)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000080; font-size: 12px;\">4 &#8211; Kardec prop\u00f5e a quest\u00e3o relativa ao esclarecimento que o Esp\u00edrito da Verdade devia trazer para os homens, segundo a promessa evang\u00e9lica de Jesus, na hora hist\u00f3rica em que estivessem maduros para receb\u00ea-lo. As igrejas crist\u00e3s condena ram, como her\u00e9tica a afirma\u00e7\u00e3o de Kardec de que o espiritismo vinha completar o ensino do Cristo. Kardec lembra, no trecho acima, um dos pontos em que a Igreja o antecipou de v\u00e1rios s\u00e9culos, fazendo ela mesma um acr\u00e9scimo no ensino de Jesus. Mas n\u00e3o repele esse acr\u00e9scimo, pois reconhece que ele est\u00e1 de acordo com as exig\u00eancias l\u00f3gicas da explica\u00e7\u00e3o das penas futuras e com a realidade demonstrada pelas comunica\u00e7\u00f5es esp\u00edritas. Localizando o Purgat\u00f3rio na Terra, em virtude da natureza expiat\u00f3ria do planeta, Kardec ao mesmo tempo extingue a fonte de rendas das indulg\u00eancias que provocou a rebeli\u00e3o da Reforma e justifica o protesto de Lutero. (N. do T.)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">\u00a0<\/span><\/p>\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O PURGAT\u00d3RIO &#8211; Cap 4 ou A Justi\u00e7a Divina Segundo o Espiritismo. 1 \u2014 O Evangelho n\u00e3o faz nenhuma men\u00e7\u00e3o do purgat\u00f3rio, que s\u00f3 foi admitido pela Igreja no ano [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"blocksy_meta":{"styles_descriptor":{"styles":{"desktop":"","tablet":"","mobile":""},"google_fonts":[],"version":6}},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>O PURGAT\u00d3RIO &#8211; Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O PURGAT\u00d3RIO &#8211; Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O PURGAT\u00d3RIO &#8211; Cap 4 ou A Justi\u00e7a Divina Segundo o Espiritismo. 1 \u2014 O Evangelho n\u00e3o faz nenhuma men\u00e7\u00e3o do purgat\u00f3rio, que s\u00f3 foi admitido pela Igreja no ano [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2019-03-03T16:23:58+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2021-10-21T04:22:47+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Altemir Brehm\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Altemir Brehm\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"11 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/\"},\"author\":{\"name\":\"Altemir Brehm\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/4afd4cc1a3129143c5cfc4dbdff5fff2\"},\"headline\":\"O PURGAT\u00d3RIO\",\"datePublished\":\"2019-03-03T16:23:58+00:00\",\"dateModified\":\"2021-10-21T04:22:47+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/\"},\"wordCount\":2270,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/d29ff17724bd8c430e40f70d404da02f\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png\",\"articleSection\":[\"Espiritismo\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/\",\"url\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/\",\"name\":\"O PURGAT\u00d3RIO &#8211; Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png\",\"datePublished\":\"2019-03-03T16:23:58+00:00\",\"dateModified\":\"2021-10-21T04:22:47+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"O PURGAT\u00d3RIO\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#website\",\"url\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/\",\"name\":\"Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires\",\"description\":\"Espiritismo Allan Kardec\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/d29ff17724bd8c430e40f70d404da02f\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":[\"Person\",\"Organization\"],\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/d29ff17724bd8c430e40f70d404da02f\",\"name\":\"GEEHP\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c63782dab0b0744f8a9d19922fd1bae4?s=96&d=identicon&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c63782dab0b0744f8a9d19922fd1bae4?s=96&d=identicon&r=g\",\"caption\":\"GEEHP\"},\"logo\":{\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/image\/\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/4afd4cc1a3129143c5cfc4dbdff5fff2\",\"name\":\"Altemir Brehm\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/729ff9e755ef1cade7ccbefe5bb116a1?s=96&d=identicon&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/729ff9e755ef1cade7ccbefe5bb116a1?s=96&d=identicon&r=g\",\"caption\":\"Altemir Brehm\"},\"url\":\"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/author\/altemir-brehm\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"O PURGAT\u00d3RIO &#8211; Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"O PURGAT\u00d3RIO &#8211; Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires","og_description":"O PURGAT\u00d3RIO &#8211; Cap 4 ou A Justi\u00e7a Divina Segundo o Espiritismo. 1 \u2014 O Evangelho n\u00e3o faz nenhuma men\u00e7\u00e3o do purgat\u00f3rio, que s\u00f3 foi admitido pela Igreja no ano [&hellip;]","og_url":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/","og_site_name":"Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires","article_published_time":"2019-03-03T16:23:58+00:00","article_modified_time":"2021-10-21T04:22:47+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png"}],"author":"Altemir Brehm","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Altemir Brehm","Est. tempo de leitura":"11 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/"},"author":{"name":"Altemir Brehm","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/4afd4cc1a3129143c5cfc4dbdff5fff2"},"headline":"O PURGAT\u00d3RIO","datePublished":"2019-03-03T16:23:58+00:00","dateModified":"2021-10-21T04:22:47+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/"},"wordCount":2270,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/d29ff17724bd8c430e40f70d404da02f"},"image":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png","articleSection":["Espiritismo"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/","url":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/","name":"O PURGAT\u00d3RIO &#8211; Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires","isPartOf":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png","datePublished":"2019-03-03T16:23:58+00:00","dateModified":"2021-10-21T04:22:47+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png","contentUrl":"https:\/\/www.estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/logmaskHerculano-2.png"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/2019\/03\/o-purgatorio\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O PURGAT\u00d3RIO"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#website","url":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/","name":"Grupo de Estudos Esp\u00edritas Herculano Pires","description":"Espiritismo Allan Kardec","publisher":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/d29ff17724bd8c430e40f70d404da02f"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":["Person","Organization"],"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/d29ff17724bd8c430e40f70d404da02f","name":"GEEHP","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c63782dab0b0744f8a9d19922fd1bae4?s=96&d=identicon&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c63782dab0b0744f8a9d19922fd1bae4?s=96&d=identicon&r=g","caption":"GEEHP"},"logo":{"@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/image\/"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/4afd4cc1a3129143c5cfc4dbdff5fff2","name":"Altemir Brehm","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/729ff9e755ef1cade7ccbefe5bb116a1?s=96&d=identicon&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/729ff9e755ef1cade7ccbefe5bb116a1?s=96&d=identicon&r=g","caption":"Altemir Brehm"},"url":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/author\/altemir-brehm\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1323"}],"collection":[{"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1323"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1323\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1329,"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1323\/revisions\/1329"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1323"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1323"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/estudosherculanopires.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1323"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}